
Quer maneira mais deliciosa do que uma trilha sonora dessa no seu reveillon? E vai dizer que não merece? hein? Hein?

"Non, rien de rien... non, je ne regrette rien! Ni le bien qu'on m'a fait.. ni le mal, tout ça m'est bien égal..." Não, de jeito nenhum... não, eu não me arrependo de nada! Nem o bem que me fizeram, nem o mal, tudo me parece igual...

Quer maneira mais deliciosa do que uma trilha sonora dessa no seu reveillon? E vai dizer que não merece? hein? Hein?

O Deputado, Aldo Rebelo, é autor de mais um polêmico projeto, o qual determina a toda palavra ou expressão escrita em língua estrangeira destinada ao conhecimento público, vir obrigatóriamente acompanhada, em letra de igual destaque, do termo ou da expressão correspondente em português. Interessante, mas eu quero ver o que ele vai fazer quando encontrar palavras e expressões de língua estrangeira que NÃO EXISTEM em nossa língua.
C´est un absurd!!! (isto é um absurdo!)!!! Tá boa Santa? Sóquemefaltava!!! Terei de escrever em dobro por causa da frescurite do excelentíssimo deputado? Me poupe!
Pois se o excelentíssimo deputado, Aldo Rebelo, eu fosse, preocupar-me-ia menos com os estrangeirismos importados do inglês e do francês e mais com os redatores dos grandes jornais tupiniquins. Pois eles sim, colocam a nossa língua em "risco de vida" com suas implicâncias desproporcionais com as normas e usos corretos de expressões da nossa língua pátria.
Pronto! SHUT UP (CALE-SE) Luiz de Camões, Castro Alves, Aluizio Azevedo e o seu livro de gramática de alguns anos atrás. Eles decidiram o uso "correto" e pronto, a grande mídia tem que obedecer cegamente. Ninguém questiona, todo mundo cala a boca, mas eu me pergunto: Quem são esses imbecis? Parece até coisa da Hebe Camargo e o seu impagável "lindo(a) de viver"! Ai, meus sais... Mas pelo menos a Hebe tem carisma e a "correção" fica até simpática.
A última expressão "amaldiçoada" pelos redatores dos grandes jornais é a já consagrada e super simpática: "risco de vida". Substituíram a infeliz por uma antipática "risco de morte" que apesar de também ser correta, nem por isso é popular. Porém, como até a Fátima Bernardes já começou a falar "risco de morte" no Jornal Nacional, eu me sinto na obrigação de vir no blog defender a minha expressão favorita. Não vou permitir que releguem a expressão "risco de vida" ao ostracismo como se ela fosse expressão incorreta usada somente por gente ignorante e desconhecedora do uso vernacular da língua culta.
Ahá! Eu já falei para as duas que é "risco de morte" e não "risco de vida".
Nesse caso, vamos a "aula básica de português para jornalistas e redatores imbecis que faltaram as aulas de redação e estilo, porque estavam dando um tapa num base (*) junto com a estudante loira e peituda (Eeeeeca!) que cursava sociologia na mesma faculdade":
Exemplos de elipse:
§ "Ontem no baile, eu e minha amiga ficamos com dois irmãos lindos: Eu fiquei com o loiro e minha amiga com o moreno. ( e minha amiga ficou com o moreno)
§ As quaresmeiras abriam a flor depois do carnaval. Os ipês, em junho. (os ipês abriam a flor em junho)
Assim, quando uma pessoa - culta ou não, estudada ou não - usa o termo "risco de vida" para significar perigo iminente de perder a vida, ela esta fazendo um uso corretíssimo de uma figura de estilo, não cometendo um "erro de português". "Fulano corre o risco de (perder a) vida"; "A cirurgia delicada no coração colocou o paciente em risco de (perder a) vida" ; etcétera; etcétera e assim por diante.
Pergunte-lhe se ele sabe o que é uma elipse. Garanto que a resposta vai ser uma cara de: "oncotô?; "oncofui?"; "Quequissaçucede?"; "Proncovô?" ou então algum trocadilho infame sobre "elipse ser a sombra da lua ao cobrir o sol" ou qualquer coisa parecida.
Daí você aproveita e explica para ele(a) o que eu te ensinei nos parágrafos acima. Além do mais, que coisa mais idiota. Lógico que é a vida que se envolve ou fica em risco. A morte é apenas conseqüência dele. "Risco de morte"... Pffff!

ene", fazem demais isso... casam-se e depois perseguem garotinhos e garotinhas mais novos. No meu país, isso se chama Pedofilía e é crime inafiançável. Mamãe Noel sabe desse seu pequeno desvio de personalidade? Whatever Claus, querido... Isso não me interessa, mesmo porque, já estou quase um balzaquiano e creio que também farei maratonas no futuro, correndo atrás dos bofinhos "Nescau" (Energia que dá gosto), obviamente sem precisar de um modelito vermelho berrante para isso. Tente ser mais discreto, oui? Seus trajes poderiam receber um upgrade, non? Já ouviu falar de Alexander MacQueen? Azzedine Alaïa? Valentino? Ora, vamos... o Senhor provavelmente invadiu as lareiras deles anos atrás pra entregar presentinhos... Então? Peça um favorzinho a eles... Valentino pode criar uma nova versão para o seu já ultrapassado-poeirento-tradicional traje vermelho e branco! Não seria fantástico? E o que você acha de Luca Luca, Zac Posen ou Manolo Blahnik para suas novíssimas botas? Imagine substituir essa sua sacola brega por uma maravilhosa bolsa Louis Vuitton??? É só uma dica, cherríe! Ah sim... quase esqueci minha listinha de presentes: Cuecas boxer Calvin Klein é uma ótima dica. Brancas ou pretas. Gosto do tradicional. Uma sunga branca da Dolce & Gabbana com a logomarca em metal dourado. Pode ser do modelo com a faixa preta em cima também. Não acharei ruim. Um Bulgari Black também é fofo... Adoro esse perfume! Uma semi-jaqueta xadrezinha-vermelha da Tommy Hilfiger totalmente despojada que eu achei um encanto. Um celular novo (E ligeiramente moderno) faria milagres pelo meu humor e ego. Peças Bymee também são sempre inovadoras. Afinal, tem de ter certa personalidade para usá-las, non?





Ok baby... deixando a fossa um pouquinho de lado:
1- Retire sua peruca "Black Power" do armário
2- Com uma tesoura, detone aquele baby doll roxo sofrível de sua mãe, irmã, secretária e afins
3- Incorpore o personagem e...
4 - Solta a franga, benhê!!!

Generosamente aqui representado por seu vocalista, Sir Farrokh Bommi Bulsara, mais conhecido por uma legião de fãs no mundo inteiro por Freddy Mercury. Essa poderosa voz me foi apresentada em minha infância, por meu tio Fernando (In memoriam) e seu namorado Ullri (também in memoriam), em meados dos anos 80 e alguma coisa. Na verdade, vim a gostar mesmo assistindo "A Gata Comeu", novelinha de sucesso enorme de uma emissora. "I was born to love you", ninou meu sono por muitas e muitas noites. Na época eu era apenas um menininho que sequer imaginava o que o nome da banda representava, ou o que o vocalista tinha em comum com meus titios. Freddy foi e é até hoje um ícone de inovação, coragem, força e inspiração. De sua autoria, surgiram sucessos que realmente se tornaram hinos por motivos diversificados. "Bohemian Rhapsody", "Somebody to love", e "We are the Champions" ecoam ainda hoje na memória coletiva friendly ou não. Foi hype desde sempre. Quer prova? Diplomou-se em "Design Gráfico e Artístico" na Ealing Art Collerge, o que se mostrou pra lá de útil na elaboração da logo da banda. 
Simplesmente... se você por ventura, pensar, imaginar, ou cogitar a ideia de que eu tenha exagerado no post anterior... bem, veja uma petit amostra do que eu disse... Como diziam na minha cidade: Olha e chora baby...

Sabe quando você espera ansiosamente pelo fim de semana com mil planos para a Sexta a noite, o Sábado e o Domingo e de repente seus planos caíssem por terra, um a um, como velhinhos cardíacos aguardando na fila do INSS ? Well... isso dá uma dimensão muito próxima de minhas expectativas quanto a este fim de semana. Eu bem confesso que tenho me mantido recluso esses dias, mas... Aff! Namoro novo, rotina nova, programas diferentes, posições inusitadas e blá blá blá. Whatever. Meu new partner viajou para cheirar naftalina com a família... digo, festejar o aniversário de 89 anos do avô. Isso por um lado foi frustrante, uma vez que eu já havia feito planos ligeiramente mais sociais para nós dois, por outro lado... beeeeeem... um fim de semana solteiro, sozinho, livre e desimpedido!!! Adóóóóóro! Hora de reencontrar os amigos, bebericar algumas doses (litros) de vodka com energético, pedaços de frutas, gelo, algumas colheres de açúcar (Misture tudo em uma coqueteleira por uns 6 segundos apenas) e divagar a respeito de detalhes sórdidos dos últimos acontecimentos junto à confissões anatómicas. Ou seja, um riquíssimo papinho a toa entre bee-friends. Tudo parecia perfeito... se não fosse por um degrau da escada de casa, discordar de meus planos (ou é o santo de meu digníssimo que é fortíssimo...). Resultado... meu pé direito ganhou proporções de uma pintura de Botero. Meigo não? Por sorte vaso ruim não quebra... é apenas uma torção. Que me condenou a ficar em casa de pé para cima assistindo a todas as maravilhas que a TV paga pode oferecer (ARGHT!!!). Óbvio que isso também dá margem a algumas interessantes observações. Uma que merece destaque é: Os americanos são hipocondríacos. Sim! É verdade! Somente isso pode explicar o volume de séries baseadas em hospitais e pronto atendimentos. Gente! O IJF não é nada! Acho os diálogos fantásticos! E estou procurando alguma ocasião para gritar "fibrilando!", "se você me ouve, pisque duas vezes", "duas bolsas de O positivo, rápido!" ou "infelizmente teremos de abrir o tórax". Claro que ainda não achei nenhuma. Mérde! E como os médicos são nobres em seriados. O que tem de pediatra querendo pagar do próprio bolso tratamentos para criancinha com câncer! Outro fator sensacional é que, apesar do PS lotado, sempre tem uma sala vazia para o doutor e a enfermeira darem uns amassos, rolar aquele clima de tensão sexual entre o residente novato (que é lindo...), com o sofrido residente latino (não sou eu... quem dera...) atormentado pelo passado violento e por tudo o que passou para chegar até lá... (Aff... um Lexotan resolvia o problema...). Whatever! Adoro! Para os gringos, desgraça pouca é sempre bobagem. Só assim para misturar o drama de uma bala, um atropelamento, uma facada, um infarto dos pacientes, com a briga pela custódia dos filhos dos médicos, ou a insegurança sexual do residente sofrido latino. Eu acho très chic!
Tudo bem, tudo bem... depois de aprender pela TV como fazer uma traqueostomia, um parto, uma retirada de bala, achei que tinha visto de tudo. Nananinaninha! Boba! Eis que em minha brincadeira psicótica de mudança de canais, encontro o ápice da minha sessão hospital (Dentro e fora da telinha... dammit!): Uma adolescente californiana decidiu que sua medida ideal para sutiã seria algo entre o 48 e o 50... Voilá... Uma aplicação de silicone completa (ainda que resumida) do pré operatório (E um sorriso de expectativa quase infantil), ao pós operatório (Uma cara sofrida, Tereza Batista e uma expressão de quase PQP me fú... no rosto).
O médico colocou a prótese na menina como se estivesse enfiando uma meia numa gaveta já lotada. Sutil como um beagle hiperativo no cio brincando com uma perna desavisada. Depois do estica-e-puxa, ele sentou a paciente para ver o resultado. E a garota lá, anestesiada, babando, sem desconfiar de nada. Tudo bem que o programa termina com a menina um mês depois. Hiper maquiada, enfiada em um mega-decotado vestido de entrega de Oscar, vermelho bombeiro em um brilho duvidoso (Cetim mesmo ou seda?), dando um emocionado depoimento onde afirmava que devia toda a sua alto estima ao Doutor Fulano e as suas novas mamitas (Visivelmente desproporcionais ao tamanho de seu tórax e sua cabecinha... oca, é claro). Tenho de reconhecer(odiando, mas...)... antes ela parecia a Carol Anne de Poltergeist... e depois do silicone, a Lindsay Lohan versão blondie girl. Hummm... duas lições tiradas de uma noite e madrugada a frente da TV (E o fim de semana por vir... aff!):
-Se todo médico nos EUA for gato do jeito que aparecem nos seriados, vale muuuuuito a pena pagar plano de saúde!
e
-Decididamente pra ser fashion, tem de sofrer...
C´est la vie ...